O tema em
discussão era “Tendências e desafios da produção familiar na Amazônia”, e os
integrantes da mesa foram: Dr. Pedro Ramos (UNICAMP), José Marinho (UFPA/ATM), e
ambientalista Marcelo Salazar (ISA).
O professor
Marinho em sua apresentação, falou sobre o campesinato ribeirinho e
extrativismo do açaí na mesorregião do Marajó, trazendo a plenária a
importância dessa atividade para o desenvolvimento das comunidades ribeirinhas.
O coordenador do ISA de Altamira, Marcelo Salazar, apresentou as atividades que
o ISA desenvolve no mosaico da terra do meio, que visam implementar mecanismos
de valorização para os produtos da floresta.
O Dr. Pedro Ramos,
professor da Unicamp, trouxe uma discussão sobre o conceito de desenvolvimento,
e em uma de suas falas colocou que “não existe desenvolvimento sustentável, mas
sim uma forma de tornar o processo de crescimento econômico menos insustentável”.
Cerca de 50
pessoas participaram do evento, a maioria alunos da Universidade Federal do
Pará e geógrafos, que tiveram seus questionamentos prontamente respondidos
pelos palestrantes.
O IFT, através do
núcleo Altamira (NAT), foi um dos apoiadores do II EGESPA, e segundo Paulo
Amorim, o tema do “Desenvolvimento e Transformações Socioambientais na Amazônia" reflete a preocupação da Faculdade de Geografia (FACGEO) em discutir os
problemas e soluções regionalmente.
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